Nick Hornby, o autor inglês
mais pop do reino unido está de volta com
Slam.
Agora, o personagem central é um nerd de 18 anos que idolatra o skatista
Tony Hawk e conversa toda hora com seu herói através de um pôster grudado na parede do seu quarto.
Assim como em "
Alta Fidelidade", "
Febre de Bola" e "
Como Ser Legal",
o britânico, recheia o texto com diversas referências duvidosas, diga-se de passagem, do universo pop: Robbie Williams, Britney Spears e Kylie Minogue, à autora J. K. Rowling e a coqueluches tecnológicos como iPod e X-Box, além de manobras de skate e Tony Hawk, obviamente.
Para ser sincero, gosto do
Hornby, mas aquele livro,
31 Songs, me deixou meio pé atrás com o cara. Quem em bom juízo mental inclui músicas de
Nelly Furtado e
Rufus Wainwright como umas das melhores canções de todos os tempos?
Enfim, ele tem crédito. Emplacou dois filmaços no cinema que eu adoro: "
Alta Fidelidade" e "
Um Grande Garoto". E torce para o Arsenal, o esquadrão mais letal e com o jogo mais bonito da terra dos
Sex Pistols e
Rolling Stones.